domingo, 21 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
Ultimo esboço realizado

Este esboço foi realizado com o intuito de facilitar a compreensão do que tínhamos desenhado visto de cima, as vezes poderiam suscitar algumas dúvidas, então desta forma, apesar de ser um esboço rápido, penso que seja um pouco mais fácil de ver a organização os objectos que gostaríamos de inserir no espaço!
Nestas ultimas semanas o tempo livre tem sido escasso, já para não dizer nulo, para min! Então não me foi possível realizar um esboço cuidado tal como os outros, realizei este de uma forma mais rápida e apenas para se perceber melhor o nosso trabalho!
Finalizámos então na sexta feita o trabalho escrito e a partir de agora vamos analisar o trabalho do grupo de oposição, para por fim seguir-se a apresentação.
Até breve
Vanessa
domingo, 7 de junho de 2009
Visão geral
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Informação recolhida
Titulo: Castelos, fortalezas e torres Região do Algarve;
Autor: Valdemar Coutinho;
Editora: Algarve em Foco;
Edição de Setembro de 1997.
Neste momento continuamos a recolher informações e as tarefas estão repartidas, a Matilde está a tratar da parte escrita do trabalho, eu dos esboços e montagens, a Andreia está a organizar o dossier de acordo com a informação que lhe vamos fornecendo e a Patrícia está a tratar da parte dos inquéritos e a dar-me uma ajuda com as montagens dos esboços nas fotos mais recentes.
Vanessa
Fotografias tiradoas no local.


Aqui estão duas fotos, não como prova do que dissemos mas como representação ou ilustração do que referimos em alguns textos que temos vindo a fazer ao longo do semestre, um deles é a poluição sonora por parte do comboio e a outra é a população que frequenta o local ( na sua maioria, estrangeiros) de maneira que se tornou muito complicado de realizar os inquéritos a pessoas que pelo menos fossem de Faro e que conhecessem o local, ou por permanecerem lá algum tempo ou pelo menos de passagem.
Vanessa
sábado, 23 de maio de 2009
Opinião do grupo perante os questionarios realizados
Eram todos homens e com idades acima dos 40. Todos frequentavam este lugar regularmente e sempre mais do que 5 horas por dia. Numa das perguntas questionava-se se o local apresentava condições para a sua utilização, esta pergunta teve como resposta, sim! Segundo os testemunhos, o que estava no local anteriormente era muito pior! Testemunharam que no lugar das casas de madeira dos pescadores que se encontram lá neste momento, estava terra e que as casas de madeira eram barracas que estavam em degradação junto á muralha destruindo o património nacional.
A seguinte pergunta era se o local era bem frequentado, bem as respostas que obtivemos eram de se esperar! Um senhor esteve a contar assaltos, brigas entre grupos de bairros, destruição de património, em que haviam grafiters por todo o lado e até brigas com turistas ao meio-dia onde ninguém espera ser surpreendido.
Uma outra pergunta realizada era se gostava que a requalificação englobando as esculturas desse a entender o mercado que outrora existia ali, ou outra coisa que nada tivesse a ver, as respostas eram de se entender: não valia a pena fazer nada ali pois como aquilo estava agora em menos de nada estaria tudo vandalizado ou era melhor não fazer porque não haveria interesse das pessoas porque o sítio era muito mau frequentado. Por último mostramos as nossas ideias e, enfim, todos acharam engraçado e bonito mas todos abanaram a cabeça em sinal de desaprovação.
Em conclusão aquele é um lugar muito utilizado pelos pescadores, trabalhadores turísticos e também pelos turistas, mas o local não apresenta qualquer segurança a quem trabalhar ou passa por lá. As casas, que são arrecadações dos pescadores, não têm outro sítio para estar, segundo essas pessoas que sempre trabalharam lá. Depois destas conclusões o grupo irá juntar se e decidir o que fazer com estas informações adicionais sobre o local, apesar de poucas!
Patrícia
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Problemas com os inquéritos realizados
Depois fez-se a hora da aula de desenho e já com um grande escaldão em cima, podèmos concluir que os inquéritos tinham sido um fracasso! Mesmo assim e como queríamos obter mais resultados, eu e a Patrícia na Quinta-Feira dia 21 de Maio (hoje) de manhã, dirigimo-nos de novo ao local, a fim de obter mais informação, mais uma vez foi um fracasso, não apareceu ninguém a quem pudéssemos fazer o questionário, as únicas pessoas que por ali passaram foram um grupo de idosos Espanhóis que iam em excursão para os barcos que fazem viagens pela ria e bastantes estrangeiros que por ali passavam!
Visto que o nosso esboço foi em vão, e que os inquéritos foram um fracasso, pensámos em fazer a alguns colegas da turma que conhecem o local e passam por lá algumas vezes, só assim teremos informação suficiente para podermos realizar uma estatística!
Um á parte:
Em todo o tempo que passámos neste últimos dias no local a fazer os inquéritos, deparámo-nos com uma questão que não tinha sido ainda bem saliente! A poluição sonora! Apesar do comboio que passa por lá de 45 em 45 minutos ainda existem os aviões constantemente a aterrar! Isto é: praticamente de 5 em 5 minutos!! O que é um aspecto a apontar no contexto do trabalho.
Vanessa
terça-feira, 19 de maio de 2009
Numa primeira abordagem visual e no decorrer do levantamento fotográfico fomos identificando algumas carências do local. Para além do estacionamento indevido numa área que se pretende pedestre, deparamo-nos com outra situação, as casas de madeira de apoio aos pescadores, que teriam um carácter provisório, não fosse o facto de lá permanecerem em estado de degradação, condicionando fortemente o espaço.
Existem vestígios de uma anterior intervenção, que sugerem um espaço de estar, de passeio, mas que pelo estado degradado e vandalizado, não convida ninguém a lá ficar ou a usufruir dele.
Para além destas situações existem ainda as deficiências a nível de iluminação, de degradação dos caixotes do lixo, para além do vandalismo estampado nas paredes e um pouco por toda a praceta.
Linha orientadora
Desta forma estabelecemos que não faria sentido uma intervenção sem a reabilitação da área. Parece-nos evidente que tenham que se criar condições para que a intervenção resulte.
Tendo em conta o contexto em que o espaço se insere, numa zona histórica, junto da muralha e com uma vista privilegiada sobre a ria, pareceu-nos importante manter o propósito da anterior intervenção, até porque a cidade não tem muitos espaços de estar, ao ar livre, dedicados inteiramente às pessoas. Surgiu assim a base sobre a qual íamos desenvolver o nosso projecto.
Pesquisa e crítica
Ao longo do processo de pesquisa fomos percebendo a importância histórica e estratégica do local, a funcionalidade, a movimentação de pessoas e mercadorias na zona e nas suas imediações, que se perderam ao longo dos tempos, ao longo do crescimento da cidade, que potenciou fortemente a descentralização da zona histórica. Durante muito tempo no local se efectuou o mercado das verduras, do qual tentamos obter algum registo, mas sem sucesso.
Aliás, foi uma busca árdua e desgastante esta, de tentarmos obter mais informações ou registos através das entidades que, supostamente, tinham competências para o fazer.
O que é certo é que para além do que conseguimos através dos nossos próprios meios, quer através da internet, da biblioteca Municipal Ramos Rosa ou das várias bibliotecas da Universidade, não conseguimos mais nada a não ser, uma entrada directa para jogo do empurra. Tivemos contacto visual com fotografias que documentavam o mercado das verduras, mas para podermos aceder-lhes tivemos de pedir autorização por e-mail, ao qual não nos foi dada resposta, nem sequer negativa.
Entre o “ping-pong” que fizemos do Museu para a Câmara e da Câmara para o Museu percebemos que no Museu se faz muito pouco serviço informativo e educativo sobre a história da zona. Concluímos então que o nosso grupo tinha um conceito de Museu muito diferente da realidade dos factos.
No que diz respeito à Câmara, mais precisamente ao departamento de obras, disseram-nos que ali não íamos conseguir informações e muito menos um levantamento da zona, uma vez que não tinham nada a ver com o espaço. Concluímos assim que o nosso espaço é terra de ninguém, ninguém sabe, ninguém viu, a documentação da anterior intervenção não existe, não existe um levantamento da área, logo pareceu-nos pertinente passarmos directamente à acção e começar a intervir já no espaço, porque assim sendo podemos lá fazer o que quisermos que não temos de prestar contas a ninguém.
Bem, ironia à parte, existe uma evidente má vontade em colaborar, em informar, em esclarecer, mas existe um à vontade extraordinário em passar a batata quente.
Conceito
Decidimos então que iríamos fazer uma ligação ao passado, pegando no conceito do mercado das verduras, transportando-o aos dias de hoje, sob a forma de um espaço de estar e fazendo também a correspondência com a tradição pesqueira, pela proximidade da ria, conectando assim a terra e o mar.
Outra das questões que suscitou dúvidas foi que tipo de intervenção se adequaria ao espaço, mas percebemos logo que podíamos apanhar boleia da necessidade de reabilitação do local e em vez de intervirmos sob forma de uma ou mais esculturas decorativas, intervirmos artisticamente em todos os componentes deste projecto, desde os bancos aos caixotes de lixo, ou seja, o nosso projecto é no fundo a reabilitação do local de uma forma artística. Em vez de criarmos um grande elemento artístico, repartimos a vertente artística por todos os elementos que são necessários.
Público alvo
Outra das necessidades que se foi revelando aos poucos, pelo olhar atento e crítico que temos dispendido à cidade em busca de carências ou falhas, foi a inexistência de um espaço para a família, sobretudo que privilegie as crianças, um espaço lúdico, onde a família possa usufruir do espaço, da paisagem e onde as crianças se entretenham de forma educativa.
Esta ideia vem na sequência da movimentação de crianças e adolescentes na zona, devido ao Centro de Ciência Viva, sendo que para além do centro não lhes é oferecido mais nada naquela zona.
A juventude é difícil de agarrar a alguma coisa e talvez tenha sido esse o factor que nos suscitou mais interesse, deu-nos uma certa motivação. O objectivo é fazer com que as pessoas se desloquem ao local para passarem um bom momento, e aquelas que só iam de passagem sintam vontade de ficar, e as crianças que se desloquem ao Centro de Ciência Viva possam o lá ir fazer a merenda e se interessem pelo exterior, pelo ar livre.
M.F.
domingo, 17 de maio de 2009
Evoluções e transformações que o nosso trabalho sofreu.




Formato: Folhas de papel cavalinho A4Materiais: Lápis de carvão, lápis de cor e esferográfica preta.
Aqui mostro a evolução dos nosso trabalho e as diferentes ideias que tivemos até chegar onde chegámos!
Ao longo do trabalho que tem vindo a ser feito até a data, tem havido várias modificações, ajuntes ao que gostaríamos que aquele espaço fosse, de acordo com a história do local fomos adaptando as nossas ideias que sofreram várias modificações, até que chegámos á conclusão que os peixes não fariam qualquer sentido em estar presentes, desse modo consentrámo-nos apenas nos vegetais e esboçámos ideias para um espaço divertido e apelativo, até que chegámos a conclusão do que queríamos, assim fiz um novo esboço do espaço ideal e definitivo das nossas ideias.
Vanessa
2º. esboço concretizado
sábado, 16 de maio de 2009
Primeiras Montagens Panorâmicas



Aqui estão os nossos primeiros esboços montados nas fotografias.
De inicio, como tinha explicado no blog á já algum tempo não conseguia colocá-las , mas neste momento já tenho tinteiros, então imprimi-as, tal como os mapas, tirei fotografias e aqui estão!
As ideias que estão aqui representadas foram completamente remodeladas como podem ver nos últimos esboços realizados, mas como já referi, eu e a Matilde fomos tirar novas fotos e as novas montagens com os novos esboços, estão a ser realizados.
Em breve serão colocá-dos no blog.
Vanessa
Mapas







Na passada Terça-Feira, dia 12 de Maio, eu e a Matilde deslocámo-nos á Câmara Municipal de Faro, a fim de obter informações sobre as medidas (Áreas) do local do nosso trabalho, deste modo a Senhora que nos atendeu, esteve a explicar-nos como poderíamos ter acesso a essas informações.Quando cheguei a casa, estive a fazer tal qual como ela nos explicou e encontrei muito boas informações.
Uma vez que não conseguia colocar no blog o que queria, imprimi, tirei fotos e aqui estão as fotos dos mapas obtidos, nas fotos não aparecem as áreas porque isso estava escrito por baixo do mapa.
Vanessa
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Questionário
É um questionário para nos dar a informação de quando é frequentado o local, se o local é agradável e a opinião da nossa opção de requalificação.

Patricia
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Esboços do labirinto
Estes são esboços realizados pela Andreia, apesar da ideia já ter sido modificada em relação ao labirinto, colocamos na mesma no blog. A Andreia tem estado um pouco ausente por motivos pessoais mas já falámos com ela a cerca do assunto do labirinto ser em forma de couve/alface. Estamos a realizar mais estudos e logo que possível serão colocados no blog.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Mudanças
Após várias ideias lançadas, e até esboçadas, resolvemos que seria uma ideia criativa e divertida, então como a Patrícia já referiu, resolvemos deixar os peixes para trás, uma vez que não se enquadram na história do local, e concentrámo-nos apenas nos vegetais. Nos esboços já realizados e publicados no blog, dá para ter uma ideia geral da disposição das esculturas na primeira parte do espaço, isto é, até ao bar. Os seguintes esboços ainda estão a ser concluídos.
Assim pensámos em retirar as cabanas de pescadores, uma vez que são de carácter provisório, e aplicaríamos nessa zona, entre as 2 filas de palmeiras, um bar em forma de cogumelo gigante com um toldo em forma de folha de alface, para auxiliar o espaço, para que este seja mais apelativo e confortável, as pessoas podem estar na esplanada, sentados em esculturas feitas por nós, enquanto as crianças por exemplo, andam “perdidas” no labirinto em forma de couve ou a passar por dentro dos escorregas mais diferentes que alguma vez viram. Deste modo com esta ideia, o espaço com formas vegetais, vai circular na boca das pessoas, pelo facto de ser diferente de tudo o que existe na cidade, e não só, também porque em Faro não existe nenhum espaço assim, descansado, que permita passear com as crianças e que elas se divirtam de forma segura, uma vez que este espaço não está junto á estrada.
É de salientar também que estamos a elaborar inquéritos para sabermos se esta ideia agradaria ás pessoas da cidade, uma vez que é uma ideia muito extravagante, além disso na passada Terça-Feira, dia 12. Maio.2009, eu e a Matilde deslocámo-nos á Câmara Municipal de Faro a fim de obter a planta do local com as áreas, já temos acesso a estes dados e além disso também tirámos mais fotos em perspectivas diferentes para que sejam feitas as montagens dos novos espaços já publicados no blog e dos que ainda estão a decorrer.
Vanessa
Descrição final do que nos decidimos
Depois da última conversa que nós tivemos de grupo decidimos que ficaríamos só pelos legumes/vegetais porque a ligação entre legumes e peixes não tinha muito a ver. Pensamos e pensamos e não havia ligação possível, porque alias neste local era um mercado de legumes e nao de peixe. Por isso ficou combinado fazer esboços de esculturas, bancos, e ate um anfiteatro em forma de vegetais/legumes. Tínhamos pensado fazer formas que se parecessem com os vegetais mas que não fossem uma réplica exacta dos mesmos. Tínhamos pensado fazer uma beringela num pequeno conjunto de escadas para que as pessoas possam se sentar. Isso iria se situar mesmo entre a rosa-dos-ventos e a muralha. No outro extremo da rua (lado directo) onde no poste anterior mostra que os bancos ficariam juntos á relva e também as esculturas nos decidimos que era melhor por os bancos junto ao muro do comboio, porque como estava anteriormente tapava as esculturas, porque aquilo ate um sítio pequeno. Com essas esculturas começamos a divagar e chegamos á conclusão que podíamos dar utilidade fazendo as esculturas como objectos de utilização infantil e nem só. Pensamos num nabo – escorrega; uma Beringela – espreguiçadeira; couve – labirinto. No lugar onde no poste anterior estava um bar nós pensamos em transformar num cogumelo gigante. Nós pensamos em fazer uma espécie de bancos – vegetais em que já temos definido: uma banana.
Por descrição é tudo, pois durante esta semana ja estão alguns esboços feitos mas não estão ainda terminados.
Patrícia
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Ponto da situação
Deste modo a nossa ideia é criar um espaço interactivo e com muita cor, para que assim chame á atenção das pessoas e se torne num espaço agradável para conviver e descansar.
Em baixo estão vários esboços já realizados pelo grupo, e estes últimos é em principio a ideia final, ainda falta a outra parte do espaço, mas num todo é um espaço divertido!
Estão também a ser feitos questionários que serão publicados aqui no blog, e também estão a decorrer mais montagens para que seja melhor a compreensão de como ficaria este espaço.
Em breve mais actualizações serão feitas
Vanessa
























